Quociente de Adversidade!
Você define o patamar que quer ficar
Sabedores que somos que as cobranças no mercado de trabalho são cada vez mais e não obstante nas mais diversas áreas que atuamos; social, familiar, profissional e outras.
Com estas exigências embarcaram algumas teorias que carimbaram suas linhas de pensamentos e mudaram as nossas visões comportamentais.
Em 2002, Sergio Reginato, importante Conferencista brasileiro com reconhecimento internacional, em um dos seus eventos, falara que o importante no mercado competitivo era o ser humano DIVERSO, ou seja, o que era diferente e pronto para criar e produzir coisas diferentes, como também superar diferentes tipos de desafios.
Este tema ficou muito presente em minha vida, assim como minhas atitudes era em volta do que o Professor havia me falado.
Creio que hoje não basta sermos diversos, precisamos ter um desenvolvimento bem mais profundo e emancipatório diante ás turbulências e dificuldades que a cada instante pairam sobre nossos caminhos.
O QUOCIENTE DE ADVERSIDADE é sem dúvidas o maior triunfo que podemos desenvolver para superar qualquer tipo de inércia da criatividade, do relacionamento interpessoal, do entusiasmo e do poder decisão.
É a capacidade que um indivíduo possue em reagir a determinadas situações de pressão emocional que contrarie seus aspectos comportamentais e psicológicos, bem como o contrário de sua expectativa e do seu cotidiano.
No meio corporativo, podemos até usufruir de uma palavra oriunda da engenharia, a resiliência, a capacidade em reagir de forma positiva a momentos desafiadores e contrapostos ao conforto físico e psíquico.
É exatamente o Quociente de Adversidade, mais vulgo Q.A. que permite nossa capacidade de agir de forma positiva emocionalmente quando estamos sendo pressionados, contrariados e estimulados por qualquer intento negativo de ordem externa.
Pessoas com Q.A. baixo tendem a reagir de forma negativa, oprimida e muitas vezes desequilibrada quando colocada em situações contrárias as suas linhas de pensamento, em momentos de pressões e em momentos de adversidades.
Podemos ver pessoas com Q.A. baixo quando:
O profissional não se sente bem quando tem que apresentar um em público, Q.A. baixo em falar em público.
O indivíduo que tem uma viagem programada e a previsão do tempo é que vai chover, ele fica chateado, reclama que somente acontece com ele.
Se você tem dificuldade em acordar e ir trabalhar na segunda feira ás sete horas da manhã, é Q.A. baixo.
Se alguém reclama sempre do patrão, da empresa, do cônjuge dos filhos, da sociedade, dos clientes, da igreja, das finanças, etc. E sente-se frustrado, e sofre com estes aspectos em sua vida, creia, seu Q.A. é baixo.
Conheço pessoas que possuem o Q.A. tão baixo, que mesmo em situações de saúde perfeita e grande prosperidade e paz, vive reclamando que nada dá certo para ele, mas que na verdade não descobriu a grande dádiva que Deus lhes deu. A capacidade de ser feliz.
Quociente de Adversidade alto é um ser humano que tem dentro de si o entusiasmo permanente e irradia segurança em seus pensamentos e auto confiança em suas atitudes.
É necessário o indivíduo saber que estas atitudes são resultados das informações e formações que este recebeu no decorrer de suas vidas, e, com tudo sendo contrário ao seu interesse, sempre há uma saída que chamamos de reserva de capacidade humana.
Todos temos capacidades para ser expandida e todos temos esta reserva de pelo menos 25% maior que o próprio problema observado. Não custa nada tentar, não custa nada elevar o seu Q.A.
Nossos trabalhos vêm sendo de grandes resultados no desenvolvimento do aumento do Q.A. dos nossos coachees (clientes) de várias idades e atividades profissionais.
Tenha certeza absoluta.
A má vontade somente piora as coisas e bloqueia todas as possibilidades de encontrar soluções, mesmo que estas estejam armazenadas dentro de cada um de nós.
Reflita sobre isso, fique com Deus e parta para o sucesso!
Coach Professor Edson

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